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Lei de Moore parece não ser mais uma realidade para a Intel e suas concorrentes


Bem para você que não entendeu o título vamos começar pelo início. Esta matéria é uma referencia muito direta as atuais e principais empresas que fabricam hardware no mundo principalmente as que fabricam processadores ditos como CPU e processadores gráficos ditos como GPU.

A lei de Moore nasceu juntamente com seu idealizador e fundado da Intel Gordon Moore em 1965 que previu que os transistores nos chips iriam dobrar a cada 2 anos o seu desempenho. E para que isso aconteça eles devem diminuir seus tamanhos, para que caibam o dobro de componentes dentro de um mesmo chip.

Essa teoria que se mostrou muito verdadeira em todos esses anos é muito importante para e evolução e para seu bolso. Quando acontece e dobro do aumento de componentes num chip você praticamente irá pagar por um mesmo componente com quase o dobro de desempenho, e o que é o melhor todo esse desempenho a mais tarda a consumir um pouco menos de energia fazendo os equipamentos ficarem mais econômicos dos mesmos com chips da linha anterior.

Todos sabemos que a grande concorrente da Intel a AMD faz muito tempo que parou de acompanhar essa lei, por problemas financeiras e investimentos em pesquisas seus chips de processadores empacaram nos 32nm enquanto os da Intel já estão nos 14nm. Não que os processadores da AMD não tenham desempenho, mas são processadores que gastam mais energia e aquecem muito mais, a vantagem talvez da AMD ainda esteja no preço que é bem mais barato que a grande rival.

Mas infelizmente nem mesmo a Intel vai poder continuar a cumprir a lei de Moore e entregar no mercado a cada 2 anos um chip com o dobro de transistores, cada vez menores. E o motivo é justamente o material que é utilizado para fabricar os transistores que é o silício, pois o minimo que se pode reduzir com silício puro seria transistores de 10nm, a IBM conseguiu a proeza de produzir transistores de 7nm mas com uma liga que mistura silício com germânio, mas segundo a própria IBM mesmo com esta nova mistura é praticamente impossível baixar dos 7nm.

Uma coisa é certa se a Intel e suas concorrentes não acharem um substituo para o silício é muito provável que a tecnologia empregada nos transistores fique estagnada entre os 10 e 7nm a partir do ano de 2018 e sem previsões de uma evolução continua como aconteceu nos últimos 50 anos. O que da uma margem de uma evolução de mais ou menos 4 anos ainda nesta parte, isso pode não parecer muito grave para nós consumidores finais, mas a longo prazo isso pode fazer drasticamente a evolução da eletrônica e informatica desacelerar no hardware, gerando uma certa desaceleração também na evolução de mercado de software que pode afetar desde softwares empresarias como a evolução do desenvolvimento de games que é um dos setores que mais depende do hardware para continuar evoluindo.

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